"CASOS DE SÍFILIS AUMENTARAM 603% EM SÃO PAULO"

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"A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) que, se não tratada, pode comprometer o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular, além de órgãos como olhos, pele e ossos".

O tratamento, simples e eficaz, consiste em injeções de penicilina benzatina, medicamento conhecido pelo nome comercial de Benzetacil. "A droga está atualmente em falta no Brasil", tanto no setor público como no setor privado. "O crescimento da doença, porém, não tem relação com o desabastecimento da droga e sim com o descuido no uso da camisinha", segundo a opinião de especialistas.

"O aumento  de infecções chegou a 603% no estado de São Paulo, onde os casos passaram de 2.694 para 18.951 entre 2007 e 2013. A maior parte dos estados, porém, não tem registros tão antigos".

Na comparação entre 2013 e 2014, os estados que registraram aumento foram Acre (96,1%), Pernambuco (94,4%), Paraná (63,1%), Tocantins (60%), Bahia (47%), Santa Catarina (34,1%), Distrito Federal (22%), Mato Grosso do Sul (6%), Mato Grosso (4,1%) e Sergipe (3,8%).
No Espírito Santo e no Rio Grande do Norte, que têm dados disponíveis só até 2013, o aumento registrado entre 2012 e 2013 foi de, respectivamente, 31% e 31,5%. O estado do Amazonas foi o único que registrou queda do número de casos. Entre 2013 e 2014, as ocorrências diminuíram 20,2%.

Para o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, David Uip, trata-se de uma tendência mundial. "Ele observa que os dados de São Paulo mostram muito claramente o aumento das doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a Aids", em grupos específicos como o de homens jovens que fazem sexo com homens. No caso da sífilis, "só o Instituto de Infectologia Emílio Ribas fez o diagnóstico de 9 novos casos por dia em 2013", citou em uma entrevista coletiva, em junho.

"Os dados sugerem, de acordo com Uip, que as pessoas estão deixando de usar o preservativo. Esta também é a opinião da médica Ana Escobar, consultora do Bem Estar. Ela observa que, desde que a disponibilidade do coquetel anti-HIV promoveu a diminuição da mortalidade por Aids, tem havido um descuido quanto à principal medida de prevenção contra todas DSTs, incluindo a sífilis: o uso da camisinha".

Uma parte desse aumento enorme corresponde aos casos que já ocorriam, "mas não eram notificados”, diz o médico sanitarista Artur Kalichman, coordenador-adjunto do Programa Estadual DST/Aids de São Paulo. "Mas só isso não explicaria. O que está acontecendo também é o aumento de novos casos da doença". O crescimento tem sido notado inclusive nos consultórios particulares, segundo o infectologista Luis Fernando Aranha Camargo, da Sociedade Brasileira de Infectologia. "Embora não existam dados sobre isso, a impressão que eu tenho a partir da experiência no consultório é que tem tido um relaxamento nas medidas de prevenção. O interessante seria entender o porquê".

Já os casos de sífilis em gestantes e bebês que foram infectados por suas mães (sífilis congênita) têm sido registrados em todo o país há mais tempo. Segundo o Ministério da Saúde, de 2005 a 2013, "os casos de grávidas com sífilis passaram de 1.863 para 21.382, aumento de mais de 1000%. As ocorrências de sífilis congênita passaram, no mesmo período, de 5.832 para 13.705, aumento de quase 135%".

A sífilis congênita é um problema de saúde e a meta do governo é reduzir o número de casos a zero porque é uma doença evitável se o pré-natal for bem feito", disse a ministra interina da Saúde, Ana Paula Menezes, em um evento em São Paulo este mês. "Ela enfatizou a importância do pré-natal para a prevenção de casos de sífilis congênita. O teste deve ser feito na gestante logo na primeira consulta do pré-natal, no terceiro trimestre da gestação e no momento do parto".

"Se uma gestante com sífilis não se tratar, as consequências podem ser aborto espontâneo, nascimento prematuro e morte do recém-nascido, além de surdez, problemas visuais e retardo mental da criança"

 Os primeiros sinais da sífilis são pequenas feridas que surgem no pênis ou na vagina. Elas não doem e, no caso das mulheres, pode ser difícil identificá-las se aparecerem no colo do útero. Depois de um período, essas feridas desaparecem.

 Após um período sem sintomas, aparecem manchas na pele que podem atingir todo o corpo, principalmente a planta dos pés e a palma das mãos.

 Se a doença não for tratada nessa fase, ela pode acometer o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular e vários órgãos do corpo. Nesta fase, ela pode até matar.

 É importante que as pessoas que observem esses sitnomas procurem seu médico ou uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Há vários tipos de exames para detectar a doença disponíveis na rede pública.

"JOVEM PORTADORA DE HIV SOFRE DISCRIMINAÇÃO EM HOSPITAL, DÁ A LUZ EM SALA DE PRÉ-PARTO E TEME QUE SUA FILHA TENHA SIDO INFECTADA PELO VÍRUS"

"A bebê corre o risco de ter sido infectada durante o parto normal"
(Foto: Winnetou Almeida)

A jovem A.L.S.P. de 23 anos, descobriu ser soropositiva aos três meses de gestação, durante os exames de pré-natal. No início do mês ela entrou com um processo no Ministério Público Estadual (MPE) por ter sofrido preconceito na hora do parto. "Foi um choque. E ainda passei por uma situação de discriminação dentro do hospital de Manacapuru".

A.L.S.P. veio de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus) em 25/06/2015, trazendo sua filha V. para fazer o primeiro exame de sorologia para HIV. "A bebê corre o risco de ter sido infectada durante o parto normal. Tudo por causa de discriminação e falta de estrutura do hospital. Os médicos não quiseram marcar a cirurgia e me trataram como um bicho. Agora me resta a esperança de que minha filha não tenha isso que eu tenho", desabafa. Ela iniciou o pré-natal no posto de saúde do município onde mora e concluiu na FMT Doutor Heitor Vieira, em Manaus. "Fui muito bem tratada na Fundação. Estive em todas as minhas consultas", disse.

O médico que a acompanhava passou um encaminhamento para que a cirurgia cesariana, "que oferece menos riscos de contaminação durante o parto", fosse realizada no Hospital Lázaro Reis, onde também funciona uma maternidade, em Manacapuru. Levei os exames e os remédios que o médico passou para serem usados no parto.

"Mas nem sequer olharam os exames. Disseram que eu não podia ter minha filha lá por causa do vírus. Voltei diversas vezes ao hospital para tentar marcar, pois não tinha mais dinheiro para ir a Manaus, relatou".

A dona de casa conta que ainda procurou o diretor do hospital, Marcelo Cabral, no dia 14 de abril, e que o mesmo solicitou novos exames de carga viral. "Eu já estava com um exame recente e estava tudo ótimo. Não tinha como fazer outro exame porque o resultado demora um mês para sair", explicou. A mãe da jovem, J.M.S., conta que pediu para levarem A.L.S.P. para Manaus, "já que não poderiam fazer a cirurgia". No entanto, no mesmo dia, por volta das 18 horas, a bolsa estourou.

"Fomos às pressas para o hospital com a ajuda dos enfermeiros do posto, pois a ambulância não chegou. Ninguém quis atendê-la e disseram que não tinham os equipamentos necessários para fazer o parto. Ela teve a bebê na sala do pré-parto. Até as roupas dela eles jogaram fora. Foram momentos horríveis de preconceito que não desejamos  pra ninguém, contou".

"O Fórum Amazonas de Organização da Sociedade Civil em DST, Aids e Hepatites virais denunciou, junto com A.L.S.P., o caso ao Ministério Público Estadual (MPE-AM). O pior é saber que casos como estes acontecem todos os dias no interior".

Deveria existir o atendimento especializado em todas as unidades do Estado, "pois muitos pacientes não têm como se deslocar para Manaus", ressaltou a coordenadora do fórum, Evalcilene Santos. O MPE-AM informou que o caso foi encaminhado às Promotorias de Manacapuru. No dia 18 deste mês, um ofício foi encaminhado ao diretor do hospital, Marcelo Cabral, "e ao médico Emílio Chaves que, segundo Ana, negou atendimento". Eles têm dez dias para prestarem esclarecimentos sobre o ocorrido.

O caso de A.L.S.P. mostra que as  dificuldades enfrentadas por pacientes soropositivos são ainda maiores no interior do Estado. "O processo é lento. Além da questão da falta de descentralização, existe o direito do paciente de querer ser atendido em uma unidade mais próxima da casa dele sem sofrer discriminação", declarou a coordenadora Fórum Amazonas de Organização da Sociedade Civil em DST, Aids e Hepatites Virais, Evalcilene Santos.

Clique aqui e leia a matéria na íntegra publicada originalmente no site "A CRÍTICA DE MANAUS", fonte dessa postagem.

"NA CIDADE DE SANTOS, LEI MUNICIPAL 3.156/2015 TORNA OBRIGATÓRIA TESTAGEM DE HEPATITES NA REDE PÚBLICA E PRIVADA"

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"Teste obrigatório de hepatites visa detecção e tratamento precoces para ampliar chances de cura".

Mês que chama a atenção para a prevenção e controle das HEPATITES VIRAIS, o Julho Amarelo, inicia com importante medida tomada pelo Munícipio com vistas à detecção precoce da doença. "A partir de agora é obrigatória a testagem sorológica na rede pública de saúde, conforme estabelece a lei municipal nº 3.156/2015". Quem passar nas consultas médicas nas policlínicas será submetido aos testes. Serão prioridade pacientes a partir de 40 anos.

"Essa medida é fundamental, pois o tratamento, quanto mais cedo for iniciado, mais chance de cura e menos riscos de complicações, afirma o médico infectologista Marcos Caseiro, da Secretaria de Saúde (SMS)".

O procedimento já é realizado nas unidades "durante o pré-natal em gestantes e seus acompanhantes". Caso o resultado seja positivo, os pacientes serão encaminhados ao Serviço de Atenção Especializada
(SAE - Rua Silva Jardim nº 94). "Como são infecções silenciosas, quando a pessoa chega no ambulatório já está em estágio avançado", acrescenta a enfermeira do SAE, Mônica Maestre. "A medida também vale para a rede privada".

"Atendimento"

Atualmente, o SAE atende cerca de 800 pacientes com hepatites B e C. Os usuários são encaminhados das policlínicas, prontos-socorros, bancos de sangue, CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) e das campanhas do Grupo Esperança. Na unidade, são acolhidos por equipe multidisciplinar (médicos, enfermeira, técnica de enfermagem, assistente social, psicóloga, nutricionista e dentista). "Passam por consultas periódicas e exames específicos de confirmação. Para evitar abandono do tratamento, a unidade faz busca-ativa de pacientes faltosos".

"Novos medicamentos"

Os três novos medicamentos para tratamento da hepatite C, "que aumentarão em mais de 90% a chance de cura, devem estar disponíveis na rede municipal de saúde a partir de agosto". São eles: Sofosbuvir, Simeprevir e Daclatasvir, importados dos Estados Unidos e já aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Eles serão incorporados às medicações gratuitas fornecidas em todo país pelo Ministério da Saúde. Sem efeitos colaterais, terão média de três a seis meses de tratamento".

"Programação"

Ampla programação é promovida pela Secretaria de Saúde e pelo Grupo Esperança, em atenção
à Semana de Prevenção Contra a Hepatite e o Mês Julho Amarelo. Ao longo do mês, prédios públicos, como o Paço Municipal e a Prodesan, estarão iluminados de amarelo. Empresas privadas também vão aderir à iniciativa. "A partir do dia 21, serão realizados testes rápidos, caminhada, curso de atualização, missa em memória às vítimas de hepatites virais e peça teatral. As ações também celebram o 28 de julho, Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais".

"CUBA É O PRIMEIRO PAÍS A ELIMINAR A TRANSMISSÃO DO HIV E DA SÍFILIS DA MÃE PARA O BEBÊ"


"Cuba se tornou hoje (30/06) o primeiro país do mundo a receber a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por ter eliminado a trasmissão vertical do vírus HIV e da da SÍFILIS. Ou seja, a trabsmissão de mãe para filho durante a gestação, parto ou a amamentação".

A notícia foi dada pelo ministro da Saúde Pública de Cuba, Roberto Morales Ojeda, em uma conferência de imprensa na sede da Organização Panamericana de Saúde (OPS/OMS) em Washington. "Tudo foi possível graças ao nosso sistema social. Foi a vontade política do mais alto nível que permitiu que um país com recursos escassos atingisse tais conquistas", disse o ministro cubano.

Ojeda deu créditos a descoberta ao sistema de saúde estabelecido desde a revolução cubana há mais de meio século, um sistema que definiu como "gratuito, acessível, regionalizado e integral". Estamos totalmente disponíveis para ajudar outros países, assegurou Ojeda ao comentar que já recebeu solicitações, por exemplo, de países africanos.

A diretora da OPS, Carissa Etienne, assegurou que todos os países da região se comprometeram em 2010 a conseguir este objetivo, hoje alcançado por Cuba. "Imagino que este novo tempo político entre Cuba e Estados Unidos só possa melhorar esta conquista, mas Cuba também trabalhou com outros membros da organização para incrementar o acesso à saúde", afirmou Etienne.

Em maio de 2014, foi criado um comitê regional de validação de países sobre a eliminação da transmissão do vírus da aids (HIV) e da SÍFILIS de mãe para filho. Um grupo de 14 especialistas independentes de diferentes áreas do continente é encarregado de avaliar que países podem ser recomendados para a validação global deste tema. Cuba foi o primeiro país a solicitar esta avaliação, um processo que já foi iniciado em Barbados, Jamaica, Anguila e nas Ilhas Vírgens. Também foi estabelecido um primeiro contato com Guatemala, Salvador e Chile.

"Todos os anos, mundialmente, cerca de 1,4 milhões de mulheres que vivem com HIV engravidam. Se não forem tratadas, a chance de transmissão do vírus para seus filhos durante a gravidez, o parto ou a amamentação é de 15-45%. No entanto, esse risco cai para pouco mais de 1% se medicamentos antirretrovirais forem dados para as mães e as crianças durante estas etapas em que a infecção pode ocorrer"

O número de crianças que nascem anualmente com o HIV caiu quase pela metade desde 2009, saindo de 400 mil em 2009 para 240 mil em 2013. Mas a intensificação dos esforços será necessária para atingirmos o objetivo global de menos de 40 mil novas infecções em crianças por ano até o fim de 2015.

"Quase 1 milhão de mulheres grávidas em todo o mundo são infectadas com sífilis anualmente. Isso pode resultar em abortamento, em feto natimorto, em morte neonatal, ou em bebês com baixo peso ao nascer e/ou com infecções neonatais graves. No entanto, a testagem e o tratamento, como a penicilina, que são simples, efetivos e de baixo custo durante a gravidez, podem eliminar a maioria dessas complicações".

"TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO (TST) DETERMINA REINTEGRAÇÃO DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM PORTADORA DO VÍRUS HIV, DEMITIDA POR HOSPITAL PAULISTA"


A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) "considerou discriminatória e declarou nula a dispensa de uma auxiliar de enfermagem hospitalar portadora do vírus HIV". Em julgamento de embargos na quinta-feira (25/06), a SDI-1 reformou decisão da Quarta Turma do TST "e determinou sua reintegração e o pagamento de salário e demais verbas referentes ao período de afastamento. A decisão foi unânime".

Contratada pela Intermédica Sistema de Saúde S.A., a auxiliar trabalhou sete anos no pronto-socorro do Hospital Santa Cecília, em São Paulo (SP). "Na reclamação trabalhista, ela disse que, em fevereiro de 2007, soube que havia contraído o vírus HIV de seu ex-marido e, durante um ano, ficou afastada pelo INSS devido a diversos sintomas decorrentes dessa condição. Ao voltar ao trabalho, afirmou ter sido vítima de discriminação e constrangimentos por parte da supervisora, até ser dispensada em outubro de 2008".

A empresa sustentou que a rescisão se deu por desenvolvimento insatisfatório do trabalho, porque a auxiliar, após a alta, passou a ser negligente e imprudente em suas tarefas e a faltar injustificadamente e sem avisar os superiores. Apresentou e-mails da gerência de enfermagem ao departamento de recursos humanos e cópias de três advertências dirigidas à empregada para provar a alegação.

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) manteve a sentença que indeferiu a reintegração, por entender que a auxiliar não produziu prova contra a argumentação da empresa, indicando, em depoimento, que era bom o ambiente de trabalho, inclusive em relação aos superiores hierárquicos, o que afastaria a hipótese de atitude discriminatória e assédio moral. A Quarta Turma do TST não conheceu de novo recurso da trabalhadora com base na Súmula 126, que impede o reexame de fatos e provas.

No recurso de embargos à SDI-1, a auxiliar argumentou que a dispensa imotivada de portadora de HIV já é, por si só, discriminatória, nos termos da Súmula 443:

"Dispensa discriminatória. Presunção. Empregado portador de doença grave. Estigma ou preconceito. Direito à reintegração - Resolução 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27/09/2012: Presume-se discriminatória a despedida de empregado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que suscite estigma ou preconceito. Inválido o ato, o empregado tem direito à reintegração no emprego".

Ao examinar o quadro descrito pelo TRT-SP, o relator, ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, ressaltou que, "apesar das advertências, trechos do acórdão demonstravam que a desatenção no trabalho surgiu depois do diagnóstico da doença, e indicavam que os desgastes decorrentes das chamadas doenças oportunistas contribuíram para esse quadro.

"Com esses fundamentos, considerou que as decisões anteriores contrariaram a Súmula 443 e proveu os embargos. O número do processo foi omitido para preservar a intimidade da trabalhadora".

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