Pesquise as postagens do Blog e também faça sua pesquisa na Web:

Carregando...

"MÉDICOS EMITIRÃO LAUDOS DETALHADOS À PORTADORES DO HIV/HEPATITES, PARA INSTRUIR CORRETAMENTE OS REQUERIMENTOS DE BENEFÍCIOS DO INSS"


"O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) DIVULGARÁ AOS MÉDICOS OS DADOS NECESSÁRIOS NOS LAUDOS DE PORTADORES DO HIV E HEPATITES VIRAIS, PARA QUE ESTES POSSAM REQUERER BENEFÍCIOS JUNTO AO INSS"

Na 120ª reunião da CNAIDS (Comissão Nacional de Aids) do Ministério da Saúde, Renato da Matta (que faz parte da mesma) solicitou uma pauta sobre a Previdência Social, a qual foi prontamente atendida. Renato convidou a Dra. Doris Leite da Dirsart (Diretoria de Saúde do Trabalhador) do Ministério da Previdência Social para comparecer a reunião, e seu convite foi aceito. A Dra. Doris foi impecável em sua apresentação pautada nas novas diretrizes em perícias médicas para o HIV/AIDS lançadas no dia 04/06/2014 (clique aqui e leia as diretrizes).

Após esta apresentação, Renato da Matta solicitou ao Conselho Federal de Medicina (clique aqui e acesse o site do CFM), que se fez presente na reunião por seu representante, "que fossem criadas regras para a elaboração de um laudo medico com critérios específicos, uma vez que os médicos assistentes emitem laudos muito superficiais para a perícia medica, e por falta de consistência nos mesmos muitas pessoas que vivem com HIV/AID têm os seus benefícios negados pelo INSS". Leia abaixo o comunicado do CFM que foi enviado ao Renato:

Recebemos solicitação de que o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgue aos médicos os dados necessários nos laudos de portadores de HIV e Hepatites Virais para que estes possam requerer benefícios junto ao INSS.

Para isto, solicitamos informações sobre as Novas Diretrizes de apoio à decisão médico/pericial do INSS, discutidas na 120ª Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais, no que diz respeito às informações exigidas.

As informações serão divulgadas nos meios de comunicação do CFM, incluindo a página eletrônica, Jornal Medicina e redes sociais.


Ana Isabel de Aquino Corrêa

Eu, Alexandre, recomendo à você que acesse o BLOG DO RENATO DA MATTA (fonte original dessa postagem), através do link abaixo, pois esta e outras importantes informações, principalmente para você que vive com HIV/AIDS, estão disponíveis e atualizadas no mesmo.

ANDREW TEM HIV HÁ 33 ANOS. MAS SUA FAMÍLIA, SUA VIDA NÃO FORAM CONTAMINADAS PELO VÍRUS!

"Ter uma família NEGATIVA pode ser a coisa mais POSITIVA em sua vida"

Andrew Pulsipher nasceu com o vírus 33 anos atrás, vive no estado do Arizona (EUA), perdeu os pais, vitímas da Aids, quando ainda era criança e foi criado pelos tios. Naquela época se descobrir com HIV/AIDS era sim uma sentença de morte dolorosa e precoce. "Morrer era uma questão de meses e, em muitos casos, de semanas ou mesmo dias, porque não existia qualquer tipo de tratamento e também não existia nenhum interesse das autoridades em salvar aquelas vidas pelos motivos que já sabemos e que você, se não souber, pode conhecer pesquisando a história da epidemia".

"No dia 10 de maio Andrew publicou no seu perfil do Facebookfotos da sua esposa e três filhos, todos livres do vírus, para mostrar que a presença do HIV no seu organismo, não o impediu de se casar, de ter filhos, de ser feliz, de viver". 

Palavras de Andrew: Estou compartilhando minha história porque pela primeira vez sinto que posso ser completamente honesto comigo e com os outros. Precisei de muito tempo para me sentir confortável pelo fato de ser portador (quase 34 anos!). "Sei que as pessoas criaram para quem vive com HIV um estigma negativo", mas não precisa ser assim e eu quero ajudar a mudar isso!

Hoje é uma doença que tem tratamento e você pode viver uma vida normal. Eu sou a prova disso!

Eu gostaria que as pessoas mudassem o: como você contraiu a doença, para: como você está vivendo com ela? 

HIV por 33 anos! O vírus que causa aids VIDA!


Eu, Alexandre, que vivo há mais de 18 anos com HIV, sugiro que você faça uma troca, ou seja, não se permita continuar sendo influenciado(a) por personagens, estórias, conceitos, intenções e sentimentos negativos espalhados pela net, pela mídia desinformada e desinteressada, pelo ouvi dizer...

E somente se permita ser influenciado(a) por pessoas reais, por histórias reais, por conceitos, intenções e sentimentos também reais e positivos. Nem preciso dizer os benefícios que essa troca vai trazer para o seu dia a dia, para o seu bem estar, para a sua vida.

Fato Real: Existem milhares de histórias reais como a de Andrews na sua cidade, no seu país. A sua pode ser mais uma, se quiser, se lutar por isso. Só depende de uma única pessoa ... Você!

"TRF4 DETERMINA QUE UNIÃO APOSENTE MILITAR SOROPOSITIVO"


A União foi condenada, na última semana, a aposentar por invalidez um militar infectado pelo vírus HIV. Segundo o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o portador, ainda que assintomático, faz jus à reforma, sendo considerado incapaz definitivamente para o serviço militar. A decisão da 3ª Turma confirmou sentença da Justiça Federal de Santa Maria.

O sargento de carreira contraiu a enfermidade durante o serviço militar. Apesar de ter sido considerado incapaz, ele continuou a cumprir expediente. O militar ajuizou ação contra a União com o objetivo de ter reconhecida sua incapacidade para as atividades militar e civil e, assim, "ser reformado com remuneração integral correspondente ao soldo pelo grau hierárquico que possuía". Alegou que, por possuir baixa imunidade, está suscetível a diversas doenças.

Como o juízo de origem deu parcial provimento à ação, acolhendo seus argumentos, a União contestou no  TRF-4. Sustentou que o autor não é inválido e que a doença não possui qualquer nexo causal com as atividades que ele exerce no quartel.

No julgamento da Apelação em Re-exame Necessário, o desembargador federal Fernando Quadros da Silva destacou, no acórdão, "que o diagnóstico de HIV é causa apta a justificar a reforma militar. É inequívoco que a doença não tem cura e que no futuro ele apresentará sintomas, ficando na dependência de cuidados e tratamento médico permanente". (Clique aqui para ler o acórdão).

Fontes/Links:

"TOP FIVE DA CAMISINHA"


"5 coisas que todo mundo deveria saber sobre camisinhas"

Acessório indispensável na relação sexual, a camisinha (ou preservativo, como você preferir!) possui alguns fatos importantes que nem sempre são expostos nas instruções da embalagem. O site feminino "Your Tango" enumerou cinco dicas para manter a sua diversão a dois (ou mais, também como você preferir!) a mais tranquila possível. Confira:

1. Alergias podem acontecer: A maior parte dos preservativos são feitos com látex e algumas pessoas são alergicas ao produto. Mas não se preocupe: os fabricantes já disponibilizam no mercado camisinhas de poliuretano (e muitas outras opções) que, além de não causar alergia, ainda são mais finas e aumentam a sensibilidade.

2. Saiba onde armazenar: Carteiras não são o melhor lugar para guardar camisinhas pois o calor (fora o aperto) do acessório junto ao corpo farão com que o látex se deteriore ocasionando estouros no momento da relação. Para as mulheres, o melhor mesmo é manter na nécessaire, por exemplo, onde ficará protegida.

3. Saiba colocar: O processo é simples, mas muita coisa pode dar errado! Tenha certeza de que a camisinha desceu até a base do pênis; não esqueça de retirar o ar da ponta dela; e também repare se ela está virada para o lado certo antes de desenrolar (totalmente).

4. Cuidado com lubrificantes: Muitas camisinhas já possuem lubrificante, mas alguns casais gostam de acrescentar um pouco mais para tornar o momento mais confortável. Certifique-se de que ele é à base de água, pois produtos como a vaselina (base oleosa e outros) podem corroer o látex.

5. Um aviso óbvio: Além da abstinência, o uso do preservativo é a única maneira de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, além de evitar uma gravidez indesejada. Quaisquer que sejam os motivos que para que você insista em não usar (coisas do tipo "é como chupar bala com papel"), supere-os e procure uma marca que seja adequada às suas necessidades.

Fontes: Your Tango - Terra/Mulher


Originalmente essa postagem foi publicada no dia 01/04/2012, mas continua "atual" diante da realidade do dia a dia e da falta de interesse quase geral em se buscar informações úteis e, principalmente, em se prevenir!

"UNAIDS PEDE COMPROMISSO PARA DESENVOLVIMENTO DE VACINA EFETIVA CONTRA HIV/AIDS"

"Para transformar conceitos promissores em uma vacina eficaz e acessível contra o HIV/AIDS, será fundamental aumentar e manter financiamentos nessa área (Michel Sidibé)".


GENEBRA, 18 DE MAIO DE 2015: Neste dia da conscientização sobre a necessidade de uma vacina contra o HIV, o UNAIDS convoca a sociedade para uma renovação do compromisso global pelo desenvolvimento e descoberta de uma vacina efetiva contra o HIV/AIDS. Uma vacina seria um grande passo para acabar com a epidemia de AIDS", disse o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. Avanços científicos recentes e encorajadores nos dão esperança quanto ao desenvolvimento futuro de uma vacina contra o HIV/AIDS.

O UNAIDS está empenhado em não deixar que ninguém fique para trás na resposta ao HIV. Uma grande vantagem das vacinas é que elas promovem a equidade e podem ser utilizadas de forma eficaz em todas as comunidades, incluindo aquelas em que outros serviços de saúde dificilmente podem chegar. Estudos mostram que uma vacina contra o HIV é viável.

O teste da vacina RV144 em 2009, reduziu a taxa de infecção por HIV em 31%. Há expectativas de que pesquisas em curso avancem sobre estes primeiros testes e sejam capazes de chegar a resultados importantes. Novas vacinas, bem como anticorpos neutralizantes, também estão sendo estudados. As vacinas já erradicaram doenças como a varíola e levaram a poliomielite praticamente à erradicação. As vacinas também têm efetivamente controlado a difteria,  a coqueluche, o tétano, a caxumba, o sarampo e a rubéola, dentre tantas outras doenças infecciosas.

"No entanto, em 2013, as pesquisas e o desenvolvimento de vacinas contra o HIV/AIDS sofreram com o maior declínio em investimento desde 2008. Para transformar conceitos promissores em uma vacina eficaz e acessível, será fundamental conseguirmos aumentar e manter financiamentos nessa área".