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terça-feira, 10 de novembro de 2009

“MOLÉCULAS SINTÉTICAS, ESPERANÇA NO COMBATE AO HIV E CÂNCER”

Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, inventaram moléculas sintéticas que podem tratar o HIV/AIDS e o CÂNCER DE PRÓSTATA. 
A invenção aumenta a resposta imunológica do corpo ao vírus HIV e às células infectadas por ele, bem como às CÉLULAS CANCERÍGENAS.
Chamadas de ARM–H , sigla para “antibody-recruiting molecule targeting HIV”, e ARM-P “antibody-recruiting molecule targeting prostate CÂNCER”, as moléculas funcionam se ligando simultaneamente a um anticorpo já presente na corrente sanguínea e às proteínas do HIV, de células infectadas pelo vírus ou células CANCERÍGENAS.
Revestindo elas em anticorpos, as moléculas as marcam como uma ameaça e disparam a resposta imunológica do próprio corpo. No caso da ARM-H, ao se ligar às proteínas no exterior do vírus, ela ainda impede que novas células sejam infectadas.
Isso significa que ao invés de combater as patogenias, as moléculas fazem o próprio corpo atuar contra elas, de formas que geralmente não acontecem no organismo pois o CÂNCER e o HIV têm mecanismos que despistam o sistema imunológico.
Segundo o estudo publicado no “Journal of the American Chemical Society”, os tratamentos existentes como drogas antivirais, radiação e quimioterapia possuem muitos efeitos colaterais, são caros e não funcionam bem em casos já avançados.
Já as moléculas ARM-H e ARM-P, segundo os pesquisadores, têm estrutura simples, são baratas e, em teses, poderiam se tomadas como pílulas. Elas também têm menos chances de atacar outros processos biológicos do corpo, gerando efeitos colaterais menores.
A equipe já testou as moléculas em ratos com bons resultados, e deve prosseguir os estudos para tentar aperfeiçoar a técnica.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o HIV é uma pandemia que afeta 33 milhões de pessoas e o CÂNCER DE PRÓSTATA é o sexto tipo de câncer mais comum em homens no mundo, sendo que, nas Américas, ele está “em primeiro lugar”.

POR/FONTE : Paula Rothman, de INFO Online - http://info.abril.com.br/ 

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

LEUCÓCITOS/CD4/CD8/CARGA VIRAL, O QUE É ISSO?

DEFINIÇÃO DE LEUCÓCITOS : Os leucócitos (ou glóbulos brancos), têm a função de combater microorganismos causadores de doenças por meio de sua captura ou da produção de anticorpos. Por isso, o aumento de tamanho de gânglios, principalmente aqueles localizados logo abaixo da pele, revela a existência da uma infecção em ação, em alguma parte do corpo. Não são como as células normais do corpo. Na verdade agem como organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria. As células comportam-se, de certo modo, como amebas em seus movimentos e são capazes de absorver outras células e bactérias. Algumas delas não podem se dividir e se reproduzir por conta própria, mas são produzidas pela medula óssea. Geralmente um indivíduo produz aproximadamente 100 milhões de leucócitos por dia.
CD4 : As células CD4 ou células T-auxiliares são leucócitos que organizam a resposta do sistema imunológico a alguns microorganismos, incluindo infecções por fungos, bactérias e vírus.
A contagem de CD4 é a medida da quantidade de células CD4 em um milímetro cúbico de sangue (não do seu organismo inteiro).
A contagem de CD4 de uma pessoa não-infectada por Hiv pode situar-se entre 500 e 1.200. O Hiv pode infectar as células CD4 e usá-las para produzir mais cópias de HIV. Mesmo que uma pessoa com Hiv sinta-se bem e não apresente nenhum sintoma, milhões de células CD4 são infectadas pelo Hiv e destruídas a cada dia. Assim, milhares de células CD4 a mais são produzidas para substituí-las.
O QUE A CONTAGEM DE CD4 PREVÊ? A maioria das pessoas com HIV pensa que a contagem de CD4 normalmente diminui com o passar dos anos. Uma contagem de CD4 entre 500 e 200 indica que o sistema imunológico foi danificado. Se a sua contagem de CD4 baixar para menos de 350 ou começar a cair rapidamente, seu médico deve conversar com você sobre o início ou não do tratamento anti-Hiv. CD4 abaixo de 250-200 aumentam os riscos de doenças relacionadas a Aids (Doenças Oportunistas).
ALTERAÇÕES NA CONTAGEM DE CD4 : A sua contagem de CD4 pode aumentar ou diminuir em resposta a infecções, estresse, fumo, exercício, ciclo menstrual, pílulas anticoncepcionais, hora do dia e até estações do ano. Essa é a razão pela qual o monitoramento da sua tendência ao longo do tempo é importante, em vez de enfocar muito em cada resultado dos exames. É melhor também, sempre que possível, realizar sua contagem de CD4 na mesma clínica e aproximadamente na mesma hora do dia. Se você apresenta uma infecção, como gripe ou herpes, o melhor é retardar a contagem de CD4 até que você se sinta melhor. Apenas uma contagem de CD4 em cada três meses é necessária quando sua contagem for relativamente alta, quando não apresentar qualquer sintoma e quando não estiver tomando medicamentos anti-Hiv.
No entanto, se a sua contagem vem baixando rapidamente, ou se você vem participando de um estudo clínico ou acabou de iniciar um novo tratamento, seu médico pode recomendar o monitoramento da sua contagem com mais freqüência.
Se amplas variações na sua contagem de CD4 vêm ocorrendo, poderão ser devido a mudanças ocorridas em sua contagem total de leucócitos, possivelmente em resposta a uma infecção. Nessas circunstâncias, a fim de definir se as amplas variações na contagem de CD4 são relevantes, seu médico poderá analisar outros resultados de exames que indiquem o estado do seu sistema imunológico, tais como a proporção entre CD4 e CD8 ou a porcentagem de CD4.
PORCENTAGENS DE CD4 : Às vezes, ao invés de contar o número de células CD4 por mm³, os médicos avaliam que proporção de leucócitos corresponde a células CD4. Isso é chamado de porcentagem de células CD4; em pessoas HIV-negativas, o resultado normal é de aproximadamente 40%. Pensa-se que uma porcentagem de CD4 de até mais ou menos 20% pode refletir o mesmo risco de ficar doente por causa do HIV, do que uma contagem de CD4 de aproximadamente 200.
CD8 : São citotóxicos, eliminando células infecciosas ou neoplásicas. Tem importante papel no controle de infecções, eliminando células infectadas por vírus, protozoários e alguns fungos. A contagem de CD8 não prediz a evolução dos pacientes com SIDA. A contagem de CD4, juntamente com a avaliação clínica e a medida de carga viral plasmática, são parâmetros a serem considerados na decisão de iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral da Aids. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decisões de início ou mudança de terapia devemos considerá-los, idealmente, em duas ocasiões. Consideram-se significativas as reduções de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relação à sua determinação prévia. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em ate 20% dos pacientes.
FATORES QUE INFLUENCIAM A CONTAGEM DO CD4 : Variações analíticas, sazonais, diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h), doenças intercorrentes (modestas diminuições em infecções aguda e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). Esplenectomia e co- infecção pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar de supressão imune.
DIMINUIÇÃO DE CD4 TAMBÉM PODE SER ENCONTRADA EM OUTRAS SITUAÇÕES QUE NÃO A AIDS : Tuberculose, hepatite B, citomegalovirose, toxoplasmose, criptococose e síndrome de linfocitopenia CD4 Idiopática.
CARGA VIRAL : Carga viral é o termo utilizado para descrever a quantidade de Hiv no sangue. Quanto mais Hiv haja no seu sangue, mais rápido provavelmente será o desaparecimento das suas células CD4, e maior o risco de desenvolver sintomas ou novas doenças nos próximos anos.
O QUE É O EXAME DE CARGA VIRAL? Os exames de carga viral estimam o número de partículas no líquido ou no plasma do sangue. Esses são realizados buscando-se genes do Hiv, os chamados RNA do Hiv. O resultado de um exame de carga viral é descrito pelo número de cópias de RNA do Hiv por mililitro.
Se o resultado da sua carga viral não lhe parece certo (por exemplo, baixo quando sua contagem de CD4 é também baixa), exames diferentes de carga viral podem ser realizados para se chegar a um quadro exato.
VARIAÇÕES NATURAIS : As medições de carga viral podem aumentar ou diminuir de uma amostra de sangue para outra, mas isso pode não ter impacto a longo prazo na saúde da pessoa examinada.
Pesquisadores investigaram mudanças na carga viral em pessoas sem tratamento e descobriram que dois exames, realizados separadamente, da mesma amostra de sangue, podem fornecer resultados, cuja contagem de cópias difere em até três vezes. Por exemplo, isso não significa que você deva necessariamente se preocupar, quando estiver sem tratamento, se a sua carga viral subir de 5.000 para 15.000 de uma vez.
Da mesma maneira, um aumento de 50.000 para 100.000, caso você esteja sem tratamento, pode não ser significativo mesmo parecendo ser um grande acréscimo. A carga viral pode ter dobrado, mas ainda se encontra dentro das margens de erro para esse exame.
Idealmente, a sua carga viral deve ser somente medida quando você estiver bem. Caso tenha uma infecção ou tenha tomado uma vacina recentemente, sua carga viral pode aumentar temporariamente.
MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS : O momento de se preocupar é quando o resultado da carga viral, durante vários meses, mostrar uma tendência ascendente, ou quando o aumento for maior do que o triplo.
Por exemplo, um aumento de 5.000 a 25.000 é significativo. Isso indica que a quantidade de vírus no seu sangue aumentou em cinco vezes desde o seu último exame de carga viral.
No entanto, o melhor é ainda confirmar essa tendência em um novo exame, repetindo.
OS EFEITOS DAS VACINAS E INFECÇÕES : Caso você apresente uma infecção ou tenha tomado uma vacina recentemente, sua carga viral pode aumentar temporariamente. Nesses casos, o melhor é não fazer um exame de carga viral por pelo menos um mês depois de uma vacina para a doença.
CARGA VIRAL INDETECTÁVEL : Todos os exames de carga viral possuem um ponto limite abaixo do qual não se pode detectar o Hiv com certeza. Esse ponto é chamado de limite de detecção e varia dependendo do equipamento utilizado em cada exame.
No entanto, mesmo que o nível de Hiv seja muito baixo para ser medido por esses exames, isso não significa necessariamente que o vírus tenha desaparecido por completo. Este pode ainda estar presente no seu sangue, mas em quantidades tão pequenas, que o exame não consegue detectar. Os exames de carga viral medem somente a quantidade de Hiv no sangue. Mesmo que você apresente uma carga viral indetectável, isso não significa que sua carga viral em outras partes do seu corpo, como nos seus linfonodos, seja indetectável.
QUAIS SÃO OS LIMITES DE DETECÇÃO : No passado, o limite mais baixo de detecção era de 400 ou 500 cópias. No entanto, exames ultra-sensíveis que medem abaixo de 50 cópias são utilizados mais extensivamente. Alguns exames podem detectar índices até mais baixos do que esses. Eles são principalmente usados em pesquisas.
A IMPORTÂNCIA DA CARGA VIRAL INDECTÁVEL : Apresentar uma carga viral indetectável é desejável por duas razões:
A) Risco muito baixo de desenvolver Aids.
B) Risco muito baixo de desenvolver resistência a medicamentos que você vem tomando.
Atualmente, os médicos acreditam que uma carga viral indetectável (abaixo de 50 cópias) deva ser o objetivo do tratamento.
“Algumas pessoas levam de três a seis meses para alcançar esse ponto, enquanto outras chegam abaixo do limite de detecção dentro de quatro a doze semanas, e algumas podem nunca atingir essa meta”.
Pessoas tomando medicamentos anti-Hiv pela primeira vez têm maior probabilidade de reduzir suas cargas virais para esses níveis bem baixos, do que aquelas que estavam anteriormente em tratamento. Alguns médicos recomendarão que você mude a sua combinação ou adicione um outro medicamento, caso você não tenha carga viral indetectável após três meses, com uma nova combinação de medicamentos.
Entretanto, os médicos apresentam diferentes opiniões a respeito da rapidez com que o medicamento deve ser mudado. Alguns favorecem a mudança “cedo” a fim de que o risco de resistência seja reduzido. Outros argumentam que isso pode causar a interrupção dos medicamentos dos quais você ainda estava se beneficiando.
Uma mudança de tratamento deve, idealmente, envolver uma troca para uma combinação que contenha medicamentos que você não tenha tomado antes e que não tenham probabilidade de desenvolver resistência cruzada com os tomados anteriormente.
“Quanto mais rápido sua carga viral baixar para 50 cópias, mais tempo nesse nível deverá permanecer, desde que você continue tomando os medicamentos adequadamente”.
Depois de seis meses com uma combinação inicial, sua carga viral deverá ter diminuído, idealmente, para baixo de 50 cópias. Porém, algumas pessoas não reagem bem a esses medicamentos. Vale lembrar que, mesmo que sua carga viral seja reduzida para baixo de 5.000 cópias, o seu risco de desenvolver doença relacionada ao Hiv é ainda bem baixo enquanto sua carga viral permanecer nesse nível.
ALTERAÇÕES NA CARGA VIRAL : As pessoas com carga viral indetectável têm mais probabilidade para sofrer pequenas alterações na sua carga viral de tempos em tempos. Tipicamente, a carga viral pode aumentar de menos de 50 cópias para mais de 100 ou 200 cópias em um único exame e aparecer indetectável no próximo. Isso é comum e não necessariamente indica que seu tratamento esteja falhando.
A maioria das alterações na carga viral parece ocorrer devido a erros de exames em laboratório.
No entanto, se a carga viral continuar a aumentar a cada exame ou se permanecer acima de 50 cópias, sem chegar a mais de 500 cópias, isso indica que seu tratamento poderá falhar e você pode vir a desenvolver resistência. Neste ponto, você deve discutir com seu médico a troca ou intensificação do tratamento (adicionando um outro medicamento).
Quanto mais tempo a sua carga viral permanecer detectável, enquanto estiver em sua combinação atual, mais provavelmente você desenvolverá resistência aos medicamentos.

FONTE : http://www.aidsmap.com/cms1038153.aspx

domingo, 8 de novembro de 2009

“HERPES ZÓSTER”

Aproveitando que algumas pessoas que são portadoras do Hiv me perguntaram o que é o Herpes Zóster, e como anos atrás a adquiri, vou fazer um resumo das características da mesma. Lembrando que esta doença NÃO acomete somente quem é soropositivo.
O herpes zoster é causado por um vírus (da varicela-zoster), que também causa a catapora (varicela).
Conforme informações do meu médico infectologista, normalmente ocorria em pessoas com mais de 50 anos de idade, quando o vírus da catapora era reativado, atingindo apenas um nervo. Com o surgimento do Hiv esta doença começou a aparecer em pessoas mais jovens, com lesões mais graves, atingindo mais de um nervo. O que indica a baixa imunidade da pessoa acometida pela mesma.
Desta forma o Herpes Zóster passou a ser considerado como um indicador que a pessoa está infectada pelo Hiv ou já apresentando uma progressão para a Aids.
As bolhas (lesões) aparecem como placas avermelhadas recobertas por pequenas bolhas agrupadas, acompanhando um nervo (costas, peito, rosto, virilha) causando muita dor e queimação no local afetado.
Na pessoa portadora do HIV, essas lesões podem ser maiores, afetarem mais de um nervo e podem também aparecer mais de uma vez. Lembrando que mesmo aquelas pessoas que não são portadoras podem apresentar o Herpes Zóster.
Devemos procurar um(a) médico(a) imediatamente após seu aparecimento, pois existe tratamento adequado, e não tratada a mesma pode afetar por exemplo, o nervo da visão, podendo levar à cegueira, ou atingir o cérebro e causar encefalite.
Em alguns casos (como o meu por exemplo) podem aparecer seqüelas, como dor no local da lesão mesmo após a cicatrização, que pode durar meses e até anos.
Não devemos esquecer que CADA ORGANISMO REAGE DE FORMA DISTINTA, portanto o que pode ocorrer com o meu organismo, pode não ocorrer com o seu, já que as doenças não seguem uma regra única, então faço sempre questão de repetir...
"SEMPRE PROCURE UM(A) MÉDICO(A) PARA O DIAGNÓSTICO/MONITORAMENTO/TRATAMENTO DE QUALQUER DOENÇA"




"FOTOS HERPES ZÓSTER"

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

“TESTANDO SEU CONHECIMENTO”

O que são essas “coisinhas” da relação abaixo?

Cancro Duro (Sífilis) - Cancro Mole – Candidíase - Herpes Simples Genital - Condiloma acuminado/Hpv - Linfogranuloma Venéreo - Granuloma Inguinal - Pediculose do púbis – Hepatite - Infecção por clamídia - Infecção por trichomonas - Infecção por ureaplasma - Infecção por gardnerella - Molusco Contagioso.

A) São doenças raras.

B) São doenças oportunistas de quem é portador do Hiv.

C) São doenças transmitidas por mosquitos/insetos.

D) São doenças sexualmente transmissíveis ( DST ).

Se você assinalou a alternativa “ D ”, parabéns!!!
Se você assinalou outra alternativa ou nenhuma, não se sinta mal por isso, pois eu desconfio que a maioria também o fez, não por ignorância ou no popular burrice, apenas POR FALTA DE INFORMAÇÃO E/OU ORIENTAÇÃO!!!
E por falar em informação, você não acha que está faltando algo nesta relação?
Falta, não é mesmo?
Sim, faltou o Hiv/Aids!!!
Contudo e propositadamente não o relacionei porque atualmente todos nós só falamos nele, porém nos esquecemos das DST que são tão ou mais graves que ele, em alguns casos. E mesmo quando adquirimos uma DST CURÁVEL, se não a tratarmos corretamente e com ORIENTAÇÃO MÉDICA, podemos transformá-la em uma doença destruidora. Lembrando que o Hiv/Aids é um vírus/doença descoberto recentemente, mas as outras DST SEMPRE EXISTIRAM, e todas(os) PODEM SER EVITADAS!!!
Como?
Se você ainda não sabe, procure informações/orientações com seus pais, professores(as), médicos(as), sites/blogs/comunidades/fóruns ESPECIALIZADOS E SÉRIOS NA INTERNET!!!
Mas SEMPRE com quem tem conhecimento para lhe informar/orientar. E quando estiver bem informado(a)/orientado(a), use todo seu conhecimento na PRÁTICA e sem negociações, para não se arrepender depois!!!
Se você está empinando o nariz e dizendo...quem esse véio caiçara pensa que é para dar lição, hein?...eu poderia lhe mandar à... #+$#*%... pois sou rabugento, mas se eu tivesse me informado/orientado e PRATICADO CORRETAMENTE, teria evitado um montão de aborrecimentos. Portanto não estou dando lição, apenas uma dica...tendeu???
Bem, não poderia terminar sem mencionar a GRAVIDÊZ...porém você sabe que a mesma não é doença, certo?
E também pode ser EVITADA!!!
Use seus meios de comunicação...boca, ouvidos, olhos e o mais moderninho...o mouse!!!
Claro que não poderia deixar passar essa oportunidade para lhe dizer que aqui mesmo, neste blog, existem muitas informações e todas elas baseadas nas palavras e conhecimentos de quem entende dos assuntos...fique a vontade, o blog é seu!!!
Ahhh, quase passou batido...nada disso postado é para você se transformar num SER ASSEXUADO(A), é somente para você ficar esperto(a) e EVITAR O QUE PODE SER EVITADO...tá legal!!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

HIV INFECTA MAIS DE UM MILHÃO DE PESSOAS POR ANO!!!

A menos que haja uma mudança dramática na abordagem, a epidemia de Aids ainda estará fora de controle no seu 50º aniversário, em 2031, conforme a previsão de um painel de especialistas sobre a doença, em análise publicada no jornal Health Affairs.
O principal autor do estudo, Robert Hecht, economista e ex-responsável por políticas das Nações Unidas e da International Aids Vaccine Initiative, previu que, até essa época, os países pobres precisariam de US$ 35 bilhões por ano, três vezes mais do que é gasto atualmente, para tratar pacientes de Aids, cuidar dos órfãos e realizar trabalhos de prevenção.
Mesmo no cenário mais otimista previsto pelo painel, mais de um milhão de pessoas seriam infectadas a cada ano, “cerca de 2,3 milhões foram infectadas só em 2007”.
Esse resultado custaria US$ 772 bilhões em 22 anos, ou quase US$ 8 mil para cada infecção evitada.
“Os preservativos são baratos, mas o preço inclui drogas que diminuem os níveis virais e evitam transmissões de mãe para filho”, estamos diante de uma crise enorme”, disse Hecht.

TRADUÇÃO : Gabriela d'Avila
FONTE : http://gazetaweb.globo.com/v2/home/ 

Minha observação : Certamente muitos(as) devem estar rotulando esta “previsão” de exagerada ou alarmista, e por que? Porque não conseguem enxergar “a realidade” que está bem diante do nosso nariz!
"As pessoas não estão se prevenindo, não procuram informações muito menos orientações e continuam acreditando que o Hiv/Aids contamina o(a) vizinho(a) e grupos de risco. Independente da idade, após o sucesso no tratamento com a medicação, as pessoas acham que viver com Hiv/Aids é fácil e esquecem que ao redor do vírus existe a violência do estigma, do preconceito, da discriminação, da exclusão social, que só uma minoria consegue suportar e lutar contra".
Além disso e de outros fatos que já foram tratados aqui e em todos os meios de comunicação do mundo, ainda existem meia dúzia de imbecis que se intitulam “dissidentes da Aids”, insistindo na idéia de que o Hiv não existe ou que não causa a Aids, como eles preferem que seja dito.  E infelizmente muitas pessoas acreditam nestes idiotas irresponsáveis, que agem como se todos os cientistas e médicos do mundo  fizessem parte de uma conspiração, e eles fossem os únicos honestos. 
Ora, ora, é só pensar um pouquinho sem paranóias que chegamos rapidamente a conclusão de quem são os canalhas. Eu mesmo já recebi convites para participar de sites/comunidades que apóiam esse “crime”, e para deixar claro o que penso a respeito, lhes envio sempre esta singela mensagem :

Outubro/1997...descobri que tinha HIV.
Março/2000...cd4 12; carga viral acima de milhões; perda de peso ( normal=90 quilos, nesta época= agora=70 quilos ); perda de cabelos; várias doenças oportunistas ( herpes zoster, disfalgia, pneumonia etc ); apetite zero; diarréias constantes; aparência cadavérica - fraqueza total impedindo até ficar de pé e andar.
A partir de Abril/2000 com início da medicação (ARV)...cd4 aumentando mês a mês, hoje=700; carga viral diminuindo mês a mês, hoje e desde 2002 INDETECTÁVEL; readquirindo peso mês a mês, hoje e desde 2002 entre 85 e 90 quilos; cabelos voltaram ao normal; doenças oportunistas todas 'curadas'; aparência normal; VIDA NORMALIZADA EM TODOS OS ASPECTOS!
Não sou profeta, nem dissidente sem causa e também não sou uma lenda urbana. E caso eu acreditasse nas alucinações desses caçadores de 'teorias' das conspirações e não tomasse a medicação para combater o Hiv, certamente e ai sim teria virado uma “LENDA”.
Há muito tempo essas criaturas tentam conquistar adeptos às suas imbecilidades, porém 'nunca' conseguiram COMPROVAR CIENTIFICAMENTE suas 'teorias'. Já dei minha sugestão a eles para provarem que estão certos...


" INJETEM HIV NAS SUAS VEIAS E CORRENTES SANGUÍNEAS E MOSTREM AO MUNDO QUE TODOS ESTÃO ERRADOS "


INJETARAM???

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

HIV/AIDS – TESTE DE SALIVA NÃO DEVE SER USADO!!!

No último mês, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lançou uma nota técnica de nº 272/2009, informando que não recomenda a incorporação de testes rápidos de HIV por meio de saliva como diagnóstico do HIV até a validação da tecnologia, com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2010, além de portarias específicas sobre o assunto. O Fórum de ONG/Aids de São Paulo ainda informou ser contra ONGs que realizam o teste, por entender que o caso é tarefa do governo.
Em resposta às ONGs (organizações não-governamentais) que oferecem o teste rápido de saliva para detectar o vírus da AIDS, o Ministério da Saúde emitiu um comunicado em que recomenda que esse exame não seja utilizado “neste momento com finalidade de diagnóstico”.
O alerta, enviado às secretarias de Saúde dos Estados e municípios, fez-se necessário porque o teste de saliva, apesar de ter registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ainda não foi aprovado para integrar os protocolos brasileiros de detecção do vírus HIV.
Isso significa que a aplicação do teste de saliva não é ilegal. Seus resultados, que saem em 20 minutos, não são conclusivos.
“Se der positivo, a pessoa só terá o diagnóstico definitivo após refazer o exame (de sangue) com o algoritmo oficial”, diz a diretora do Programa Nacional de AIDS, Mariângela Simão.
Os protocolos oficiais, que valem para a rede pública e laboratórios particulares, exigem que o sangue de uma pessoa seja avaliado ao menos duas vezes, com técnicas diferentes e aprovadas pelo ministério.
As ONGs que oferecem o exame de saliva OraQuick, de origem americana, ficam em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Os testes, cerca de 10 mil, foram doados pelas empresas Bioeasy e Interamerica, responsáveis pela marca no Brasil.
Vinícius Pereira, dono da Bioeasy, diz que o intuito do teste de saliva “não é diagnosticar o HIV”:
“É fazer uma triagem da população testada e conscientizá-la da importância de realizar o exame. Se der positivo, o paciente será encaminhado a um posto médico para fechar o diagnóstico”.
Ele admite que a doação de testes a ONGs tem fins de publicidade. “O pessoal tem que conhecer, perceber que saliva é mais interessante que sangue”.
O Fórum das ONGs/AIDS de São Paulo distribuiu um alerta em que pede às ONGs do Estado que “não incorporem os testes rápidos por meio de saliva como diagnóstico e lembra que são necessários “profissionais treinados” para aconselhamento pré e pós-teste”.
Na avaliação do Ministério da Saúde e de militantes da área de saúde, a Bioeasy e a Interamerica esperam ganhar o apoio das ONGs para pressionar o governo a incluir o teste de saliva nos protocolos oficiais.
A ONG Grupo Pela Vidda, de São Paulo, recusou os exames oferecidos. “Não se pode forçar a introdução de um novo teste pela porta dos fundos”, diz Mário Scheffer, da ONG.
Pereira, da Bioeasy, afirma que não faz sentido o OraQuick ter a aprovação da Anvisa, mas não a do Ministério da Saúde. “Parece que o ministério está duvidando (da Anvisa)”.
No Brasil já há testes rápidos de HIV, mas são feitos com sangue. Cada exame custa cerca de R$ 6 e o de saliva, R$ 60.




FONTE : FOLHA DE SÃO PAULO.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

VACINA ANTI-HIV : MITO OU REALIDADE?

“PALAVRA ESPECIALIZADA”

Há pelo menos duas décadas, a busca de uma vacina para a Aids é um dos grandes objetivos da biomedicina. Até agora, muito esforço foi feito, mas o avanço ainda é lento.
Mariza Morgado, chefe do Laboratório de Aids e Imunologia Molecular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e atual vice-diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Instituto, discutiu os desafios no desenvolvimento de uma vacina anti-HIV durante o Simpósio França Brasil, na Fiocruz.
A pesquisadora traçou uma retrospectiva dos protocolos em andamento na comunidade científica internacional para elaboração de uma vacina.
Atualmente, existem mais de 50 protocolos em curso, mas a maioria ainda no estágio inicial do processo, no qual é verificada a segurança do protótipo. Um número menor atingiu, ao longo de duas décadas, a fase dois de estudos, quando é verificado se o produto induz a uma resposta imune. Apenas três projetos alcançaram a fase seguinte (IIb e III), que consiste em testes de eficácia: um primeiro na década de 1990 e outro concluído em 2007 (ambos abandonados pela inconsistência dos dados), além de um último com resultados apresentados recentemente, em 2009.
Entre as dificuldades encontradas para produção de uma vacina eficaz, Mariza apontou alguns aspectos. O primeiro é que o HIV é um retrovírus, capaz de se integrar ao material genético do hospedeiro, o que impossibilita o uso do vírus atenuado para a produção de vacina. Outras características são a grande variabilidade e a capacidade de recombinação do vírus, impedindo o sistema imune de montar uma resposta. O fato de não existirem pacientes curados também é outra barreira, pois não permite detectar os agentes de imunidades associados à proteção contra o vírus.
Em 23 de setembro deste ano, foi anunciada uma vacina com 30% de eficácia contra o HIV, desenvolvida numa cooperação entre os governos da Tailândia e dos Estados Unidos.
O trabalho reuniu um total 16 mil pessoas, divididas em dois grupos, para participar de um protocolo de vacinação com quatro doses. Deste total, foi verificado cerca 30% de proteção. Os resultados oficiais deste protótipo de vacina foram detalhados durante a Conferência de Vacinas da Aids, em Paris.
“É muito difícil manter um protocolo com grande número pessoas e garantir que todos cumpram todo o processo de vacinação. Os cálculos de precisão serão realizados somente após a publicação destes dados e então saberemos qual é a eficácia de fato. Mas esta pesquisa sinaliza uma vantagem no sentido de que foi a primeira vez que se mostrou algum nível de eficácia como este ou, pelo menos, uma diferença no número de infecções entre os indivíduos vacinados e aqueles que receberam placebo. No entanto, não foi observada nenhuma diferença quanto à carga viral plasmática nos dois grupos”, avaliou Mariza.
A bióloga destaca outro ponto importante no debate sobre uma vacina anti-HIV: os protocolos em curso buscam a não evolução da doença no indivíduo infectado, já que uma vacina capaz de evitar a infecção, que ocorre por diversas vias, ainda é um objetivo distante de ser alcançado.
“Se o indivíduo tem uma resposta imune capaz de estancar a passagem do vírus para outra célula, isso faz com que o sistema imune fique pouco comprometido. E com isso não se desenvolveria a doença”, explicou.
MAPEAMENTO DOS TIPOS BRASILEIROS :
O isolamento do HIV tipo 1, na década de 1980, realizado por pesquisadores do IOC, marcou o ingresso do Brasil no cenário internacional de pesquisa em Aids. O feito alavancou estudos que priorizam o aumento da qualidade de vida dos pacientes que vivem com o vírus. Parte deste trabalho é desenvolvida no Laboratório de Aids e Imunologia Molecular do Instituto, que atua no mapeamento dos vírus circulantes em todo o país, bem como no monitoramento da capacidade dos indivíduos infectados reagirem a antígenos.
“Já identificamos vários subtipos circulantes do HIV nas diversas regiões brasileiras e a variabilidade destes vírus, o que é importante para avaliar a resposta imune dos indivíduos infectados. Numa perspectiva futura, este levantamento poderá gerar subsídios para potencializar a eficácia de uma vacina no país”, disse Marilda.
AIDS NO BRASIL :
De 1980 a junho de 2008, foram notificados 506.499 casos de Aids no país. Segundo critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem uma epidemia concentrada, com taxa de prevalência da infecção pelo HIV de 0,6% na população de 15 a 49 anos. Os índices da doença são crescentes no Norte e Nordeste. Em números absolutos, o Brasil registrou 192.709 óbitos por Aids, de 1980 a 2006.

POR : PÂMELA PINTO.
FONTE : http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=9  (FIOCRUZ)

sábado, 31 de outubro de 2009

“BRASIL TEM CERCA DE 37,5 MIL CASOS DE HEPATITES VIRAIS POR ANO”

Entre 1999 e 2008, foram notificados 374.837 casos de hepatites A, B, C e D no Brasil. Eles estiveram assim distribuídos :


161.667 de hepatite A.

107.192 de hepatite B.

104.852 de hepatite C.

1.126 de hepatite D.



FONTE : http://www.aids.gov.br/

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"UMA ATITUDE QUE MERECE DIVULGAÇÃO"


O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira (30/10/09) o fim da proibição de que pessoas infectadas com o vírus HIV/AIDS, entrem nos Estados Unidos. A proibição, que já durava 22 anos, acaba na segunda-feira, segundo Obama.
Obama fez o anúncio durante a assinatura da extensão do Ato Ryan White de Tratamento do HIV/AIDS, que provê programas de educação, prevenção e tratamento para pacientes norte-americanos.
Obama argumentou que a proibição havia sido imposta em uma época em que os visitantes infectados eram tratados como uma “ameaça”.
“Nós lideramos o mundo quando se trata de ajudar a conter a pandemia de Aids. Apesar disso, ainda somos um dos poucos países que ainda barram pessoas com HIV de entrar em nosso território”, disse Obama.
“Se nós queremos ser líderes mundiais no combate ao HIV/AIDS, precisamos agir como líderes”
Ele afirmou que na segunda-feira (02/11/09) o governo publicará uma norma definitiva que elimina a proibição de viagens que entrará em vigor em 2010.
“O vírus da Aids infecta 33 milhões de pessoas em todo o mundo e cerca de um milhão de pessoas nos EUA”.

FONTE : http://g1.globo.com/

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

LANÇADA A CAMPANHA NACIONAL DE COMBATE A DENGUE!


O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira, 29 de outubro, a Campanha Nacional de Combate à Dengue 2009/2010. Com o mote “Brasil Unido contra a Dengue”, a iniciativa dá continuidade às ações de prevenção e controle da doença realizadas no país desde o ano passado.
As medidas trouxeram resultados: entre 1º de janeiro e 1º de agosto de 2009, houve queda de 63% no número de óbitos, de 46% no número de casos gerais e de 80% nos casos graves de dengue, em comparação com o mesmo período de 2008.
Por meio da campanha, o Ministério da Saúde quer alertar a população para a importância de manter a mesma linha de atuação e evitar que o número de casos volte a aumentar.
“A dengue é um problema de saúde pública, não só no Brasil, mas em diversos países. Todo o trabalho foi realizado em parceria com estados e municípios, do começo ao fim, e precisamos do engajamento dos governos federal e locais e de toda a sociedade para evitar a morte pela doença. O combate não pode parar”.
A campanha começa a ser veiculada dois meses antes do início do período de maior transmissão da doença, que vai de janeiro a maio. É nesse intervalo que ocorrem, aproximadamente, 70% das notificações.
Pela primeira vez, as crianças terão um filme direcionado especificamente para elas. A produção convoca os pequenos a integrar a “Turma do combate” e eliminar os focos do mosquito, em casa e na rua. Também há materiais direcionados a gestores, profissionais de saúde e educadores, entre outras peças publicitárias.
Aproximadamente 300 mil médicos e 292.408 enfermeiros estão recebendo kits da publicação “Decifra-me ou Devoro-te”, compostos de manual, folder, cartaz e CD-ROM sobre a dengue. O material também está sendo entregue a 1,3 mil operadoras de plano de saúde. O kit orienta sobre aspectos clínicos da doença, mitos e erros sobre a dengue, classificação de risco e manejo clínico dos pacientes suspeitos e organização dos serviços de saúde.
O Ministério da Saúde também distribuirá 300 mil cartilhas para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para que eles repassem informações sobre a doença para a comunidade. A publicação contém informações importantes sobre cuidados para se evitar a doença, dicas para identificação de casos suspeitos e descrição das competências do ACS e do Agente de Controle de Endemias.

A matéria completa pode ser visualizada no site do Ministério da Saúde, fonte desta postagem: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm