A Academia Americana de Neurologia divulgou novas diretrizes que vão ajudar os médicos a escolher melhores drogas "anti-convulsivas" para pessoas que tomam medicamentos contra o HIV. As recomendações visam evitar interações medicamentosas mortais e prevenir que a droga anti-HIV se torne menos eficaz, possivelmente levando a uma cepa mais virulenta do vírus. Transtornos convulsivos são comuns entre pessoas com HIV, com até 55% dos pacientes necessitando de tratamento com drogas anti-epilépticas, conhecidas como "DEA".
Não existiam diretrizes de tratamento formal para pessoas com HIV/AIDS que necessitam do "DEA". Quando "determinadas drogas anti-convulsivas" são combinadas com medicamento contra o HIV (antirretrovirais), uma ou mais das drogas combinadas podem se tornar menos eficazes ou mais tóxicas. rogas anti-epiléticas que diminuem os níveis de medicamentos para o HIV, como a "fenitoína, fenobarbital e carbamazepina", podem levar as drogas antirretrovirais a falhar.
Fornecer diretrizes que ajudem os médicos "a selecionar terapias adequadas" para os seus pacientes com EPILEPSIA E HIV/AIDS, devem melhorar os resultados dos pacientes e, possivelmente, diminuir a ameaça à saúde pública no desenvolvimento de vírus resistentes a medicamentos, afirma a pesquisadora Gretchen Birbeck, da Michigan State University.

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