"TESTES DE HIV/SÍFILIS PARA GESTANTES E SEUS PARCEIROS, DISPONIBILIZADOS NA REDE BÁSICA DE SAÚDE PÚBLICA"
Gestantes e seus parceiros sexuais, como marido ou namorado, poderão fazer teste rápido para o diagnóstico de HIV e Sífilis na rede básica de saúde pública, conforme portaria do Ministério da Saúde publicada em 13/01/2012 no Diário Oficial da União. De acordo com a portaria, os testes de sangue serão feitos durante o pré-natal pelo programa Rede Cegonha. O resultado sai em menos de 30 minutos.
Diagnosticar e tratar essas doenças o mais rápido possível durante a gravidez é importante para impedir a transmissão para o bebê. De 2000 a 2009, foram identificadas 54.218 gestantes com o vírus da Aids no país, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar da média nacional ter caído de 5,4 casos para 3 casos por 100 mil habitantes em crianças com menos de 5 anos de idade no período, houve aumento da incidência da doença nas crianças nas regiões Norte e Nordeste. Nessa faixa etária, a principal forma de transmissão é a vertical, de mãe para filho na gestação. A testagem é indicada nos primeiros três meses, mas pode ser feita até na hora do parto.
"Com o tratamento médico, a chance do bebê contrair a doença cai para menos de 1%. Quando não há tratamento, a taxa de risco chega a 20%. As recomendações são o uso de antirretrovirais, parto de cesárea e não amamentar. O Brasil quer diminuir para 2% a transmissão vertical da aids até 2015".
"Cerca de 12 mil casos de sífilis congênita, também transmitida de mãe para filho, são registrados por ano. A infecção provoca má-formação do feto, aborto ou morte da criança. O indicado é fazer o teste nos primeiro trimestre de gestação e repeti-lo no último mês e antes do parto, já na maternidade. O tratamento da mãe e do bebê é a base de penicilina. Os parceiros sexuais também devem se tratar para evitar uma nova infecção da parceira".
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3 comentários:
Boa tarde Alexandre, por favor você pode me tirar uma duvida ?
Eu fiz um teste de HIV ( anticorpos Anti HIV (1+2) com 29 dias após a situação de risco no Lavosier em São Paulo... Eu posso considerar o resultado desse exame confiável ?
Desde já agradeço muito o seu empenho em ajudar todas as pessoas que te duvidas sobre o assunto !
Obrigado
Boa tarde Orlando. Por favor, clique no link abaixo e leia com muita atenção:
O LINK: "CLIQUE AQUI"
Abs
Olá Alexandre
Parabenizo pelo excelente blog, pois foi aonde encontrei os esclarecimentos mais plausíveis, pois tenho notado que os outros sites parecem ter o objetivo de "assustar"ao invés de informar. Sou um jovem universitário e que embora tenha uma formação, ainda tenho dúvidas em relação a algumas práticas sexuais que infelizmente eu não achei no seu blog a explicação. Em breve estarei em contato com um soro+ e não quero que isso seja uma barreira p/mim que sou negativo, quero poder transar com ele mas sem este medo psicologico que habita dentro de mim, quero poder fazer sexo com ele de forma tranquila, ciente das práticas seguras e por isso possuo algumas dúvidas, tentei enviar via blog mas havia uma msg como se o número de comentários estivesse estipulado o limite.
- É muito arriscado fazer sexo oral em um soro+ que possui precum(liquido pré-seminal)???
Para "total" segurança é sempre aconselhável o uso de camisinha "em todas as relações sexuais", até porque NÃO É SÓ HIV QUE PODE SER TRANSMITIDO, AS OUTRAS DST TAMBÉM. E os riscos são tanto para quem é portador, como para quem não é.
- Algumas feridas em nossa boca como aftas são facilmente detectadas por nós mas acredito que há outras não, logo seria sempre um risco praticar o sexo oral?
Vide resposta acima!
- Em um site informava que praticar "cunete"(sexo oral no anús) não transmite hiv, já um outro site afirmava que sim...na sua opinião fazer cunete em um soro+ é uma prática arriscada?
Nesta prática citada, a transmissão do HIV é muito difícil, porém a transmissão de outras DST/FUNGOS/BACTÉRIAS é bem provável de ocorrer, por razões óbvias que caracterizam o ânus.
Como eu sempre sugiro às pessoas que vivem um relacionamento "sorodiscordante" (onde 1 tem o vírus e o outro não), a única diferença é que se tem a certeza da presença do vírus, porém e apenas nas relações sexuais é que se deve tomar as medidas preventivas para evitar a transmissão. Inclusive sugiro também que "ambos" façam "juntos" a consulta com o infectologista que monitora o(a) parceiro(a) soro+, para tirar todas as dúvidas e obterem todas as orientações que servirão para tranquilizar os(as) parceiros(as).
Abs
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