O que aconteceu com o bebê que recebeu uma injeção de sangue contaminado pelo HIV aplicada pelo seu próprio pai?


Não, o título dessa postagem não foi tirado de uma obra de ficção ou de um filme de terror. Esta barbárie é uma história real que aconteceu no final dos anos 90, quando um pai(?), "que não era portador do HIV", que trabalhava em um hospital de St. Louis/USA injetou no seu próprio filho, um bebê de 11 meses, "sangue contaminado pelo vírus para não sustentar a criança".
Esse monstro, foi condenado e está cumprindo sentença de prisão perpétua!
E o menino, Brryan Jackson, que sobreviveu a este crime hediondo, ao contrário de quem imaginava que não completaria 5 anos de idade, tem 24 anos, está bem e além de outras atividades humanitárias, quando pode faz um trabalho voluntário de aconselhamento em Camp Kindle, uma casa de apoio em Nebraska, que cuida de crianças que vivem com HIV.

Brryan tem uma vida relativamente saudável, toma apenas um comprimido por dia no tratamento da infecção pelo HIV, ainda lida com alguns problemas de saúde e faz suas consultas médicas de acompanhamento/monitoramento a cada 3 meses.

Quando os médicos diagnosticaram Brryan aos 5 anos de idade, o menino já manifestava a AIDS, e eles achavam que já tinham feito tudo o que era possível para salvar sua vida, até porque o seu debilitado estado de saúde indicava que ele não sobreviveria.

"Porém, Brryan contrariando todas as probabilidades, se recuperou, sobreviveu, e hoje é um exemplo de esperança, perdão, coragem e fé".

Em seu aniversário de 18 anos, Brryan criou uma organização sem fins lucrativos chamada Esperança é vital. Hoje, a organização é uma catalisadora de esperança que inspira outras pessoas a superarem as adversidades e a se fortalecerem para fazer a diferença em suas próprias vidas e na vida das outras pessoas.

Brryan acredita que a educação é a chave para eliminar a propagação do HIV e para reduzir o estigma relacionado às pessoas que vivem com HIV. Ele também acredita que através de esforços dedicados, todos podem ajudar a dissolver os mitos e reduzir a discriminação e mal-entendidos associados com deficiências, diagnósticos de saúde e diversidades.


Clique aqui e leia a matéria original na íntegra (em inglês)

(Traduzido, editado e adaptado por Alexandre Gonçalves de Souza)

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