"São Paulo oferece aplicativo sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) e outro que calcula o risco de infecção pelo vírus HIV"


"São Paulo lançou o aplicativo PEPtec sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) para auxiliar no atendimento de pessoas que passaram por risco de infecção pelo HIV. (Acima: Imagem da interface do dispositivo. Foto: Amanda Panteri)".

Trata-se de um aplicativo de Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP), "para auxiliar profissionais de saúde no atendimento de pessoas que passaram por situações com potencial risco de infecção pelo vírus". Segundo informações do Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo, o PEPtec (Clique aqui para instalar/baixar o aplicativo), já está disponível no Google Play e deverá estar na App Store em meados de abril.

O aplicativo foi desenvolvido durante seis meses por Robinson Fernandes de Camargo, infectologista e interlocutor de DST/Aids da coordenadoria de Saúde Sudeste e Lúcia Yasuko Izumi Nichiata, professora doutora da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP). "Uma vez baixado, o app pode ser utilizado por qualquer profissional de saúde não especializado que trabalhe em pronto-socorros, ambulatórios de especialidades, unidades básicas de saúde, hospitais e maternidades".

Ao consultar o app, "o médico ou enfermeiro será orientado por perguntas e respostas formuladas pelo aplicativo. Elas o orientarão, frente a cada paciente, a fazer prescrições de PEP com qualidade. A partir das respostas, caso o paciente necessite, o profissional de saúde fará a prescrição dos medicamentos indicados pelo Ministério da Saúde (MS) para situações de relação sexual, violência sexual ou acidente ocupacional".

O conteúdo do PEPtec oferece ainda fluxograma do Protocolo Técnico do Departamento de DST/Aids do MS, profilaxia para DST/Aids e instruções sobre o anticoncepcional de emergência, conhecido como pílula do dia seguinte. Um dos principais objetivos do aplicativo é ampliar a realização da profilaxia pós-exposição, afirmou Camargo. O desenvolvimento do app recebeu apoio da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS), da Faculdade de Enfermagem da USP, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Poli Jovem.


"Aplicativo Tá na Mão (foto), calcula risco de contrair HIV. Jovens de 15 a 29 anos representam 57% dos usuários do aplicativo. (Clique aqui para instalar/baixar o aplicativo)".

Em junho de 2015 o Programa Municipal de DST/Aids, da SMS, desenvolveu o aplicativo Tá na Mão, para celulares e tablets, um guia de orientações e serviços que envolvem AIDS e outras DST no município. "Único neste modelo no estado, o app está disponível em plataforma Android, IOS e agrupa informações o tema e onde fazer exames e tratamentos no município, entre outras funções".

No aplicativo, os interessados "encontram informações sobre prevenção ao HIV e o menu 'Saiba seu risco', uma calculadora de risco de infecção que fornece um resultado com base nos comportamentos relatados". Na mesma página existe um link para "PEP (Profilaxia Pós-Exposição), uma forma de prevenção da infecção usando os medicamentos que fazem parte do coquetel utilizado no tratamento, para pessoas que possam ter entrado em contato com o vírus recentemente. Por meio do GPS, por exemplo, o app mostra os endereços mais próximos onde a pessoa pode buscar esse tratamento".

"Aplicativo Viva Bem (Clique aqui para instalar/baixar o aplicativo), facilita a adesão de quem vive com HIV ao tratamento".

Criado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, o aplicativo contribui para a melhor adesão de pacientes ao tratamento do HIV/Aids com antirretrovirais (TARV). É gratuito entando disponível nas plataformas Android e iOS, para smartphones e tablets.

O Viva Bem lembra o usuário quando é preciso medicar-se, ou buscar seu medicamento nos serviços de saúde. Além disso, funciona como um diário onde o paciente pode registrar dados de exames de CD4 e de CARGA VIRAL e, assim, acompanhar a evolução de seu tratamento. Vale lembrar, inclusive, que o aplicativo pode ser usado para cadastrar quaisquer medicamentos – assim beneficiando também pacientes que sofrem de outros agravos, além de coinfecções e infecções oportunistas.

Fontes: Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo - Ministério da Saúde

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