"O preservativo feminino ainda é desconhecido, e muitas mulheres dizem que não gostam dele sem nunca ter experimentado um"

Por: Leila Medina

"Independência"

"O preservativo feminino ainda é desconhecido, e muitas mulheres dizem que não gostam dele sem nunca ter experimentado um", afirmou, com um sorriso, a carioca Leila Medina, 52, durante a oficina Preservativo Feminino: uma estratégia na prevenção combinada, realizada no último dia 14 de março na quadra da Estácio de Sá, no Rio, com um grupo de empreendedoras sociais do Carnaval carioca.

"Para Leila, o preservativo representa uma dependência a menos da mulher em relação ao homem. E podemos dizer, sem medo, que a gestão de nossa sexualidade, de nosso corpo, pode ser primordial para a eficiência de nossa gestão em qualquer outra área de nossas vidas, reiterou".

Leila é hoje diretora franqueada do Supera Botafogo, um curso presencial de estimulação cognitiva que possui unidades no Brasil e no exterior, e conselheira da Associação de Mulheres Empreendedoras do Brasil (Amebras), formada por mulheres que lutam para realizar seus projetos com eficiência e senso de justiça, a quem oferece apoio pedagógico.

A Amebras uniu-se ao Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) para reunir na oficina de prevenção cerca de 50 mulheres, todas elas lideranças em suas respectivas comunidades. A ideia foi torná-las multiplicadoras da informação sobre o preservativo feminino, promovendo o seu uso.

"Deu certo. Quero multiplicar o que aprendi aqui, na minha vida pessoal, profissional e principalmente na Amebras, disse Leila, ao fim do encontro".

Fonte: Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde

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